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Muito se perdeu na transição pros quadrinhos.

Postado por Pedro Henrique Leal


O excelente filme Israelense Valsa com Bashir foi recentemente adaptado para quadrinhos, e muita coisa foi perdida no caminho; muito do filme dependia da animação, e não só do "ser desenhado", e perdeu-se na HQ.

Getter Robo: As adaptações

Postado por Pedro Henrique Leal

Como eu falei anteriormente de Getter Robo, e mencionei as numerosas adaptações, estou postando algumas prévias dos vários animes de Getter, que teve versões animadas desde 1973, com variados graus de fidelidade.

Earth X : O verdadeiro Reino do Amanhã da Marvel

Postado por Pedro Henrique Leal


A Panini lançou recentemente a edição encadernada de Terra X, série de quadrinhos da Marvel lançada nos EUA em 1999 e 2000. Com roteiro de Jim Krueger e traço de John Paul Leon, baseados em esboços e anotações de Alex Ross.

Mezzacotta

Postado por Pedro Henrique Leal

Essa vai ser curta: Mezzacotta é um dos Webcomics mais estranhos e ilógicos que eu já vi. Todas as tiras são compostas por duas pessoas aleatórias, mantendo dialogos que não fazem muito sentido.

O que fez com que Mezzacotta entrasse aqui é a simples imensidão de Mezzacotta: coloque qualquer dia, de qualquer ano, e tem uma tira lá.

O segredo? Ninguém escreve Mezzacotta, as tiras são geradas por um algoritmo que trabalha com a data selecionada, para gerar uma tira nova.

Vale uma olhada.

Crossover do século?

Postado por Pedro Henrique Leal

A Image lançou no site Comic Book Resources o preview das nove primeiras páginas de Image United, crossover dos heróis da editora, simbolo da "idade de ferro" dos quadrinhos.

Numa iniciativa inédita, todos os personagens estarão sendo desenhados pelos seus desenhistas originais.

Keychain of Creation faz com Exalted o que OotS fez com D&d

Postado por Pedro Henrique Leal


Escrito pelo irlandês Padraig Ó Ruanai, vulgo Jukashi, Keychain of Creation é um dos primeiros Webcomics de Exalted; Seguindo as aventuras do solar Triplamente Abençoado Misho e seu grupo não muito funcional para proteger as chaves da criação (que não são keyblades), KoC se basea no estilo consagrado de "bonecos palito", usado em Webcomics de RPG no clássico Order of the Stick, de Rich Burlew.

O grupo de Misho é composto por Marena, a crescente vermelha, uma lunar um tanto... promíscua; Dez Ventos, um monge imaculado que abandonou a ordem após questionar a virtude dos terrestres e a infâmia dos "anathema"; e Secret (abreviação de um título muito, muito, muito longo), uma abissal fracassada.

Por não centrar sua narrativa e suas piadas tanto em mecânica de jogo, KoC é um mais acessível para leigo do que OotS e outros webcomics de RPG, mas é difíc

O autor de KoC me concedeu uma entrevista por e-mail, que se segue abaixo


Como é o processo criativo de Keychain of Creation?

geralmente eu tenho uma idéia para uma piada em particular, ou um segmento ou dois de história que eu quero que aconteçam (ou ambos). Eu faço um esboço da página inteira para decidir o layou e o fluxo de eventos direito, me certificando de que tudo encaixa, e se houver um personagem ou local novo, alguns esboços deles também. Aí eu vou para o computador. Eu mantenho dois arquivos dos quadrinhos anteriores - uma finalizada, e uma com "pedaços", que tem uma coleção de poses, elementos de fundo e por aí vai das páginas anteriores. Se eu precisar, eu volto para um arquivo anterior para pegar o que eu precise, ou começo do zero.

Normalmente, depois de determinar os quadros, eu faço ou os personagens, ou o fundo - o fundo em geral é feito do zero, enquanto os personagens são modificados de uma pose anterior. É meio ruim dizer, mas como é tudo arte vetorial, é bem como eu imagino fazer um quadrinho com sprites - muito copiar e colar. Só precisa de mais trabalho com modificação e ser criativo, e você tem que fazer ao menos algumas mudanças na maioria das "sprites". Quando a arte está pronta, eu escrevo os dialogos, e moldo os balões de fala para encaixar. Eu salvo uma versão "finalizada" e uso o Photoshop pra abrir o espaço entre os quadros. Aí é só escrever o comentário, o título e fazer o upload, de preferência no prazo.





Quanto de KoC é baseado ou inspirado na sua experiência de jogo?

Não muito por experiências específicas, infelizmente, porque eu não jogo tanto quanto eu gostaria. Em geral, o quadrinho é inspirado pelo "espírito" de Exalted, do que qualquer coisa específica. Porém, as vezes um personagem, uma piada ou uma cena vêm direto de jogo - por exemplo, o personagem que eu uso como avatar nos fóruns (e que apareceu em uma página do ínicio de KoC) era um personagem com o qual eu joguei. Ocasionalmente eu coloco outros presonagens meus no quadrinho.

KoC foi chamado pelo site TVtropes de "o Order of The Stick de Exalted", o que você acha disso?


Bem, eu não posso reclamar, porque eu que comecei! Quando eu comecei o quadrinho, eu fiz anunciei ele como "Order of the Stick, mas com Exalted". Na verdade, o primeiro rascunho da primeira página - que ainda está por aí na internet, mas eu espero que ninguém saia por aí procurando - foi feito num estilo muito mais parecido com o de OotS. Quando eu comecei o quadrinho direito, eu tinha decidido fazer meus próprios bonecos palito, e a evolução continuou em seu caminho desde então, com a adição de personagens visualmente mais complexos, angulos de "camera" diferentes e fundos mais realistas. Atualmente, as pessoas me dizem que a única coisa que faz de KoC um quadrinho de bonecos palito é que os personagens tem linhas no lugar dos braços e das pernas; talvez a arte evolua além desse ponto algum dia.

Mas não é só a arte. O texto também é diferente. Embora eu ainda tente colocar algumas piadas com o jogo esporadicamente, hoje é menos sobre o sistema, e mais sobre os temas de Exalted - A natureza misturada do cenário, a escala maior, a maneira como ele força os limites entre realmente awesome e simplesmente estupido e ridículo. A história também, virou uma coisa única. A arte e o texto, porém, na maneira como diferem de OotS, refletem a diferença entre D&D e Exalted: as mesmas diferenças que existem nas fontes de inspiração dos dois jogos. Eu gosto de pensar que eu fiz algo original, mas quem sabe?

Para responder a questão original : eu não ligo; Keychain nasceu de Order of the Stick, e embora eu sinta que se distanciou, a conexão ainda está lá claramente, e sempre vai estar. Eu gosto de Oots, e considero um elogio que minha obra seja comparada com a do gigante (Rich Burlew).

Você usa estilos diferentes para seres diferentes, porque?

Para ser sincero, parte da razão era para compensar os bonecos palito. Embora tenha o seu charme, tem uma vozinha na minha cabeça que não vê isso como arte "de verdade", e eu tive a idéia de mostrar tipos diferentes de criaturas em outros estilos artistícos como uma maneeira de fazer disso uma vantagem.

Mas eu acho que realmente funciona. Uma das coisas que eu gosto em Exalted é o uso de criaturas que são diferentes em um sentido metafísico. Coisas como fadas ou demônios ou deuses não são só criaturas de outro mundo ou com um corpo diferente ou poderes mágicos: o mundo em si não interage com eles do mesmo jeito. Eles não "se encaixam" do mesmo jeito que humanos e animais. Por exemplo, meu maior uso desse truque foi com Marena e Luna. Eu queria mostrar que essa era uma criatura que é "maior" que os personagens são, um ser mais completo, mais profundo, mais importante. Essencialmente, Luna é mais "real" que um ser humano seria, e eu queria que os leitores percebessem isso de primeira.

Você trabalha sozinho em KoC, ou recebe ajuda de amigos/assistentes/leitores?

Eu tive ajuda uma vez ou outra com o quadrinho em si - a página com Luna que mencionei, por exemplo, e empreguei alguns quadrinhos de leitores. A maior gratidão, porém, vai para Flagg, que mantém o patternspider.net, que sedia KoC. Foi ele quem fez um script de atualização automática para mim, melhorou o código e o RSS feed do meu site, e que me ajuda quando algo dá errado. Ele também me deu o endereço que eu uso para responder e-mail relacionado a KoC, e é claro, o quadrinho não seria possível sem o fórum Exalted Compendium Redux, então eu o agradeço novamente pro cria-lo.

KoC parece ser um webcomic bem sucedido, considerando seu caráter de nicho. Você esperava que ele fosse tão bem recebido? você recebe um monte de fan art, por exemplo.

Eu queria que ele fosse popular, mas não acreditava realmente que fosse ser. Eu acho que um fator importante é que o tipo de gente que gosta de Exalted é o mesmo tipo que gosta de quadrinhos, e vice-versa eu acho. Acho que é por isso que até os livros de exalted tem quadrinhos neles!

A históra épica de Koc, você a planejou desde o começo, ou ela foi fluindo conforme você escrevia?

Eu tinha as coisas grandes mais ou menos planejadas. Quando eu comecei, eu tinha os personagens principais, a trama central, a história básica de cada capítulo, e uma idéia do começo e do "fim", com algumas idéias do andamento. No momento, eu tenho três "finais" - pontos no qual a história está completa o bastante para para, mas dos quais eu ainda posso continuar se eu estiver a fim. Entre essas coisas grandes, eu só tenho espaço para vagar um pouco e ser criativo. Por exemplo, a primeira história "de transição", com as fadas, foi totalmente nova, quando eu notei que não parecia certo pular de um capitúlo grande para outro. Geralmente eu planejo um segmento da história adiantado, mas os detalhes podem mudar, e as vezes eu tenho que trocar quase tudo que eu queria fazer. Os personagens, também, acabaram virando algo que eu não tinha planejado, mas funciona, então eu deixo assim. E é claro, as vezes eu tenho uma idéia que é boa demais pra ser jogada fora e eu tento encaixar de algum jeito.

Quanto tempo mais você pretende continuar com Keychain of Creation? Tem algum plano pra depois que ele terminar (em termos de quadrinhos)?

Como eu disse, eu tenho três finais em mente. Dependendo de como eu me sentir quando chegar neles, eu posso parar, mas eu gosto de fazer Keychain (mesmo perdendo sono por causa da minha enrolação as vezes), então eu dúvido que eu pare até o último deles... E até lá, quem sabe eu não arranje um jeito de continuar. Ao mesmo tempo, porém, as melhores histórias costumam ter fim, então eu decidi que KoC vai ter um final definitivo. Quanto a outros projetos de quadrinhos... Bem, eu tenho algumas idéias. Quem sabe você veja elas algum dia, mas por ora são só idéias.

Atualização do PSP incluí leitor de quadrinhos

Postado por Pedro Henrique Leal

A mais recente atualização do firmware do PSP incluí um Comic Reader, que permite o download de edições inteiras de quadrinhos apartir da loja da Sony; No momento se especula se isso não é uma preparação para um leitor de documentos no PSP, algo similar ao Kindle.

A nintendo também está investindo nisso, e parece incluir algo do genero no NDSi XL, previsto para 2010.
Eu pessoalmente gosto de ter meus quadrinhos impressos, mas com a proliferação de leitores digitais, me dá pena que eu não tenha um DSi XL ou PSP, ao menos tornaria mais fácil conseguir as edições mais recentes.

Civil War X Kingdom Come

Postado por Pedro Henrique Leal

Como muitos devem saber, a Marvel publicou a cerca de três anos um evento chamado "Guerra Civil", no qual uma tragédia causada pela irresponsabilidade dos Novos Guerreiros volta a opinião pública contra os super-heróis, levando à aprovação da Lei de Registro de Super Humanos, dividindo a comunidade super humana em dois lados. O lado pró registro, liderado pelo Homem de Ferro, com apoio do governo dos U.S.A e da S.H.I.E.L.D., e a resistência, comandada pelo Capitão América, com apoio do ex-diretor da Shield, Nick Fury.

O que menos gente sabe, é que essa mesma história já havia sido contada pela D.C., dez anos antes, na mini-série "Reino do Amanhã". Onde "heróis" mais violentos e no-nonsense levam os antigos membros da Liga da Justiça e dos Titãs a sair da ativa, após o assassinato do Coringa, pelo novato Magog, o auto proclamado "Homem do Amanhã". (notem que até aí, nós temos o que aconteceu nos quadrinhos durante a década de 90, com heróis novos e "mais durões", como X-Factor, Cable e suas armas gigantes, Azrael, e é claro, toda a Image comics). Pouco tempo depois da saída do Super Homem, enojado com a aprovação pública das ações de Magog, um grupo liderado por Magog ataca o Parasita no Colorado.

Sem pensar no problema que os poderes dele representam (copiar os poderes dos outros), o ataque é feito por uma equipe composta somente de "pesos pesados", incluindo o Capitão Atomo. Desesperado, o Parasita corta a pele do Capitão, que explode, devestando o Colorado. É aqui que a história realmente começa; Onde "Guerra Civil" começa com o Nitro explodindo Stamford, e o lider dos novos Guerreiros, Speedball é o único sobrevivente, Reino do Amanhã fez o mesmo com a destruição do Colorado pelo Parasita, e o lider da equipe responsável pela tragédia, Magog, é o único que sobrevive.

Nas duas histórias, o incidente foi transmitido ao vivo.

Após o desastre, o governo decide tomar uma medida drástica para o problema dos super humanos; Na Marvel, foi o Registro; Na DC, a medida foi mais grave, inicialmente, o governo decide esperar o que acontece, quando o Super Homem retorna do seu exílio, e decide "Reeducar" os vigilantes descontrolados, e assumir o controle da situação juntamente com os supers que se juntaram a ele, o governo escolhe pela solução final: esperar que o Gulag da Liga da Justiça se torne insustentável, e durante a supressão da rebelião inevitável dos presos, matar todos os super humanos usando bombas atômicas.


A trama do Gulag da Liga se repete em "Guerra Civil" na forma da 42, uma prisão na zona negativa criada pelo Homem de Ferro para... Reeducar os membros da resistência E os vilões que foram presos pelos Thunderbolts.

Ao final de tudo, o Capitão América se rende, depois de ver a dor que o conflito causou nas pessoas que ele jurou proteger... e O Super Homem também desiste, ao perceber, após a morte de centenas de super-heróis e vigilantes, que se ele continuar, não vai sobrar nada para defender.

A grande diferença nelas, é como se dá a resistência ao lado pró "registro"; Em guerra civil, o lado perdedor
é a resistência, que combate o registro primariamente através da força física. No climax do evento, a resistência invade a 42, e solta todos os presos; Em "Reino do Amanhã", existem três grupos de oposição ao Super Homem: O grupo do Batman, trabalhando junto com o governo, mas secretamente manipulando a situação para manter as coisas como eram, com os supers agindo "nas sombras"; O grupo do Lex Luthor, que manipula o governo para eliminar todos os supers, mas mantém um ás na manga, o seu assistente, William Batson, o antigo Capitão Marvel, vitima de repetidas lavagens cerebrais para assegurar sua lealdade a Luthor; e por último, os vigilantes presos no Gulag, que dão inicio ao climax da minissérie, ao matar dois membros da liga e iniciar a fuga da prisão, juntando todos os quatro grupos no mesmo lugar, situação perfeita para a solução final do governo.

Outra diferença é o simbolismo usado: Em Guerra Civil, a trama é primariamente política, e a prisão e posterior morte do Capitão América representa a queda dos valores americanos, em favor de uma falsa sensação de segurança, nas mãos de políticos e empresários; Reino do Amanhã usa de imagens bíblicas; a sua guerra não representa um embate político ou economico, mas sim o prenúncio do apocalipse, e a vinda do reino do amanhã. O desfecho, com o sacríficio do Capitão Marvel para garantir a sobrevivência de alguns supers, o suficiente para que o excesso deles não destrua o mundo, é o sacríficio de Cristo: O capitão morre não para salvar a vida deles, mas para redimir os pecados de toda a humanidade.

Ambas as histórias tem arte excelente, embora Reino do Amanhã seja muito superior, graças ao excelente trabalho de Alex Ross, e ambas falham no mesmo ponto: A maioria dos personagens age fora de si, o caso pior é em Guerra Civil, quando o Homem Aranha revela sua identidade em rede global para manifestar seu apoio pelo registro. Quando na edição anterior ele estava se opondo a idéia do registro, pois não queria por a sua família em risco...

Para acadêmica americana, Quadrinhos são ferramenta de Ensino.

Postado por Pedro Henrique Leal

Para a professora Carol Tilley, do departamento de ciência da informação da Universidade de Illinois, as bibliotecas e escolas não devem tratar quadrinhos como uma forma inferior de literatura.
Contrariando as críticas, de que as HQs seriam uma leitura simplória, sem a riqueza de estrutura textual e simbólico dos "livros de verdade", Tilley afirmou recentemente que a leitura de quadrinhos é tão proveitosa e complexa quanto a de literatura puramente escrita, e que a ideologia por trás das críticas é a de que os leitores de quadrinhos estariam apenas olhando as imagens, e não relacionando elas com o texto.
Tilley disse que há evidências de que a leitura de quadrinhos enriquecem o vocabulário e estimulam o gosto pela leitura. E que a crítica de que as crianças só estão olhando as imagens poderia também se aplicar a livros infantis, muito mais dependentes do visual, mas reconhecidos pelas bibliotecas e escolas como sendo educacionais.
A pesquisa de Tilley foi públicada no School Library Monthly.









E agora eu preciso quebrar a seriedade desse post...
Ao que parece, a pesquisa da professora Tilley, que merece todo os aplausos que eu posso dar, chegou o conclusão de que a academia e as bibliotecas vêm as HQs como sub literatura, imbecilisante, e francamente, chamaram as pessoas que gostam de quadrinhos de analfabetos, que só sabem ver desenhinhos. Revoltante, a parabenizo, Carol Tilley, por ter dito BASTA! para esse absurdo.

SP tem mostra de quadrinho sobre a proclamação da república

Postado por Pedro Henrique Leal

Abriu hoje a exposição História do Brasil em Quadrinhos : Proclamação da república, na estação República do Metrô de São Paulo. A mostra acompanha o lançamento do livro homonimo. Até o dia 30 de novembro, estarão na estação 20 painéis com curiosidades sobre a proclamação e sobre a produção do livro, que fala de um grupo de estudantes que precisa fazer um trabalho sobre a proclamação.

Getter Robo : O Be-a-ba dos super robôs

Postado por Pedro Henrique Leal


Em resposta à morte de vários cientistas, o professor Saotome acelera o processo de produção de sua maior invenção, alheio às consequências da ativação do seu "Getter Robo".

No clássico título de Go Nagai e Ken Ishikawa, é possível delinear as mudanças no genero de "super robô" nos quadrinhos e na animação japonesa. Enquanto o Getter Robo original definiu várias das normas do genêro, e seguiu a maioria das pré existentes, os seus sucessores, Getter Robo Go, Shin Getter Robo, e Getter Robo Äh subvertem ou ignoram vários desses clichês. Getter também foi a primeira série a envolver um grupo de veículos que se juntavam para formar o robô, no caso três aviões que podiam formar três robôs diferentes; Getter-1 para combates aéreos, armado com machados e um poderoso raio; Getter-2 para batalhas em terra e escavações, com uma grande furadeira, que podia ser lançada como um míssil; e Getter-3, para operações submarinas, com metralhadoras e foguetes.

Apesar de Go Nagai ter se desligado de Getter Robo no ínicio da série, e mesmo antes disso, ter sido apenas responsável por conceitualizar o trabalho, Getter é marcado pela violência típica dos trabalhos de Nagai, somente no primeiro volume, temos um homem tendo as orelhas amputadas, a pele do rosto de outro arrancada à unha, cães sendo decapitados, e vários homens sendo queimados vivos. Além dessa violência explicita, a trama não evita a menção de eventos atrozes, as vezes causados pelos "heróis".
O traço de Ishikawa é rude, com linhas fortes, e não se respeita muito o uso de modelos para os personagens. A maioria dos personagens são francamente feios, e quanto mais o traço de se tornou próprio de Ishikawa, mais as pessoas em Getter ficaram estranhamente "bombadas". O forte de Ishikawa são os monstros e as máquinas, não as pessoas; enquanto os seus personagens são feios e um tanto disformes, os seus robôs são ricamente detalhados, apesar de sofrerem dos mesmos problemas de mudança de proporção que os humanos.

Quanto a trama, ela é simples, e antes de Getter Robo Go, extremamente pobre. A milhões de anos a Terra era dominada pelo império reptilianóide, dinossauros super inteligentes, que foram forçados a fugir para o subsolo após serem bombardeados por uma misteriosa radiação vinda do espaço. Após a queda dos répteis, veio o império dos 100 demônios, derrubado pela mesma radiação enigmática... Milênios após a queda do império dos 100 demônios, um grupo de cientistas, liderado pelo professor Saotome, começa a estudar os misteriosos raios getter, e constróem uma série de dispositivos movidos pelos raios Getter, eliminando o excesso de energia da atmosfera, permitindo que o império reptilianóide e o império dos 100 demônios voltem, e eles estão furiosos... Para lidar com essa ameaça, Saotome constrói o Getter Robo, e junta vários pilotos para usar a terrivel máquina, antes que a humanidade seja destruída...


Parece familiar? É porque essa é a trama básica de quase toda série de super robôs, ou de super esquadrão. O que faz com que Getter seja diferente é a equipe que Saotome reúne, e o rumo que a trama toma adiante. Se em outras séries antigas os heróis eram escolhidos por suas virtudes, aqui eles são escolhidos por serem "fodões". A equipe original é formada por Nagare Ryoma, artista marcial, "recrutado" a força pouco depois de se vingar dos homens que levaram seu pai ao suícidio, Ryoma se mantém pilotando o Getter porque "isso me dá desculpa para bater nas coisas"; Jin Hayato, estudante super dotado, lider de um movimento terrorista, incapaz de ver as outras pessoas como algo além de peões para serem usados, e dado a ataques de sadismo pertubadores; e Tomoe Musashi, lutador de judô, incansável, atrapalhado, alívio cômico, Musashi é o único membro da formação original que pode ser chamado de herói, sua entrada para o Getter Team ocorre por que "lutar com os lagartos é a coisa certa". Essa equipe de desajustados, liderados por um homem que é incapaz de chorar a morte do próprio filho se torna heróica com o tempo, mas o início sombrio por si só já destaca Getter Robo dos outros super robôs.

As edições posteriores mostram o próprio Getter como sendo algo não tão admirável quanto se pensa. Ao longo da série, os raios Getter se mostram como sendo a fonte de toda a evolução, além de serem dotados de vontade própria, uma consciência altamente imoral, que escolheu a humanidade e o Getter Robo como sendo o "ser perfeito", e cuja presença lentamente erode a sanidade do Getter Team. A cada nova versão do Getter Robo desenvolvida pelo instituto Saotome, mais ele se mostra como uma ameaça maior do que os seus inimigos; enquanto o Getter original era tão perigoso quanto qualquer robo de Power Rangers, o terceiro Getter, Shin Getter, destrói centenas de quilometros quadrados do Japão durante um de seus primeiros combates, e o seu futuro guarda algo ainda pior. Os vilões do último título de Getter, Getter Robo Äh, assim como os vilões de Shin Getter Robo, vêm do futuro, onde o Getter Emperor, forma final do Shin Getter, destruíu boa parte da vida no universo.

Para quem gosta de robôs gigantes, e quer ver um mangá onde as mudanças de estilo no genêro podem ser vistas dentro de uma mesma trama, Getter é uma boa jogada, se estiver disposto a aguentar a simplicidade de roteiro e o traço feio. Getter é o Super Robô básico, junto com seu "primo", Mazinger, do qual eu ainda irei falar.

Mistérios dentro de enigmas em quebra-cabeças, isto é Gunnerkrigg Court

Postado por Pedro Henrique Leal

Um complexo tecnológico, aparentemente sem fim, à sua frente, um rio, e uma única ponte, levando para a floresta igualmente infinita do outro lado. É neste lugar que se passa Gunnerkrigg Court, grande obra do novato Tom Sidell, indicada para vários prêmios da comunidade de artistas da Web, e que ganhou destaque em 2006 quando Neil Gaiman, autor de Sandman, a recomendou em seu blog.
A história de Gunnerkrigg comea com a chegada de Antimony Carver à Gunnerkrigg Court, um aparente colégio interno no meio de lugar nenhum. Antimony, ou Annie, como rapidamente passa a ser chamada é um menina um tanto fechada, que passou a vida inteira em hospitais, por causa da mãe doente. Annie passa a estudar em Gunnerkrigg após a morte da mãe; graças ao isolamento social, tem dificuldades em lidar com os outros alunos, e forma amizade com Katherina Donlan, rejeitada por ser filha de dois professores. A amizade das duas se torna próxima a ponto de que o autor teve de esclarecer em um certo ponto que não, elas não estavam se beijando em um quadrinho um tanto ambíguo... Isso não impediu que ele mesmo fizesse piadas com essa interpretação da relação, poucos meses depois...
E logo as coisas mostram não ser o que parecem; Gunnerkrigg tem mais segredos que a trama de Arquivo X ou de Lost, e esses mistérios são habilmente controlados por Sidell; O traço, altamente estilisado contríbuí para a narrativa, repleta de simbolismo. Sidell bebe de fontes mitólogicas, como os contos indígenas sobre o Coiote, os vários "Psicopompos", espiritos que guiam os mortos, e a alquímia. Ao mesmo tempo, Gunnerkrigg court é cheia de simbolos tecnológicos, e vários dos mistérios de Gunnerkrigg cruzam a fronteira entre os dois.
A "escola", cujo campus parece não ter fim, é povoada não apenas pelos alunos e professores, mas por vários robôs, fantasmas, sombras, e outras criaturas estranhas; até mesmo a identidade de certos alunos é duvidosa, e a confusão só aumenta conforme mais e mais detalhes são revelados.
Além de Annie e Kat, outros personagens centrais incluem Reynardine, um espirito de raposa, capaz de possuir as pessoas, trancado dentro de um boneco de pelúcia, obrigado a servir Annie; John Eaglemore, professor de educação física, e caçador de dragões fora das aulas; Zimmy, uma estudante revoltada, com os olhos permanentemente cobertos por uma "fumaça" negra; Robô, um robô concertado por Annie no início da história, obcecado com a morte de uma mulher chamada Jeanne, pela qual não pôde fazer nada; e Smith e Parley, estudantes "extranormais", cogitados junto com Annie para mediar as relações entre a corte e a floresta do outro lado.
Se por um lado Gunnerkrigg Court tem mais mistérios que Lost e Arquivos X juntos, e não é nem um pouco fácil de entender, pelo outro, o ótimo texto de Sidell, com personagens bem construídos, e que, apesar de não esclarecer nenhum dos enigmas que cercam o cenário,  prende a atenção justamente por causa desse "problema" tornam Gunnerkrigg completamente digno dos premios que recebeu. Além disso, a arte de Sidell, apesar de ruim nos primeiros capitúlos, foi visivelmente melhorando, até a altíssima qualidade que apresenta atualmente.

Morre criador da Comic-Con

Postado por Pedro Henrique Leal

Sheldon Dorf, fundador da San Diego Comic-Con faleceu aos 76 anos nesta quarta feira, dia 04/11. Dorf estava hospitalizado a cerca de um ano, devido a diabetes, e morreu após falência multipla dos rins.
Dorf fundou a Comic-Con em 1970, após se mudar de Detroit para San Diego, onde passou o resto da vida. O evento, criado para reunir artistas e fãs de quadrinhos reuniu esse ano cerca de 125 mil pessoas, e tem servido para anunciar longas metragens baseados em quadrinhos.

Gunnm; Hyper Future Vision

Postado por Pedro Henrique Leal


Lançado originalmente entre 1991 e 1995, Gunnm, ou Battle Angel Alita, em sua edição norte-americana, é um épico pós cyberpunk, pós apocalípitico, e pós humano. A obra de Yukito Kishiro conta a históra de Gally, uma ciborgue caçadora de recompensas na misteriosa "cidade da sucata". No começo da primeira edição, a sua cabeça preservada por 200 anos é encontrada por Daisuke Ido, um cyber médico, que inicialmente restaura a ciborgue, que não possue lembranças de quem ela era, como "companhia". Após notícias de ataques contra mulheres que possuíam partes cibernéticas muito similares as que recebeu de Ido, Gally o segue durante quando ele sai a noite, e descobre o seu trabalho como caçador de recompensas, após ser salva do ataque de uma mutante responsável pelos assassinatos... E nisso começa o interesse da "jovem" Gally pelo trabalho como uma guerreira caçadora.
O épico de Kishiro cobre na verdade um periodo de pelo menos 14 anos, ignorando-se o final, descontinuado pelo autor ao lançar "Last Order", uma continuação de Gunnm, ainda em andamento. O motivo da mudança no final ao lançar o novo mangá se deve ao fato de que o final original não era o planejado, pois Kishiro foi obrigado a parar a produção de Gunnm por motivos de Saúde.
Durante os 14 anos que a história de Gunnm cobre, Kishiro desenvolve um mundo altamente intricado, divido entre a Cidade da Sucata, habitada primariamente por ciborgues variados, e pessoas em diversos níveis de miséria, e a cidade flutuante de Zalem, habitada por uma misteriosa Elite, sobre a qual nada-se sabe até o meio da história, e que ainda assim, só se vê Zalem "de perto" no ultimo dos nove volumes da edição original de Gunnm.
A cidade da Sucata é governada pela Factory, uma instalação automatizada operada por bizarros robôs chamados "Deckman". Além dos guerreiros caçadores contratados pela Factory, a população é mantida distraída por esportes sangrentos, que incluem lutas entre gladiadores gigantescos, e o "Motorball", uma estranha corrida entre ciborgues, envolvendo levar uma bola motorizada através da pista. Kishiro escreveu um mangá curto sobre as origens do motorball, onde explica como o que antes era uma corrida normal virou um expectáculo violento, o mangá, entitulado "Ashen Victor", é centrado em Snev, o rei das batidas, famoso por nunca terminar uma corrida.
A história é povoada por figuras estranhas, como Zaariki, um ciborgue gigante com pinças de caranguejo, Kaos, um jovem radialista que podem "sentir" as memórias de objetos inanimados, Desty Nova, um cientista louco e obcecado com pudim, e Den do Barjack, o lider de um movimento terrorista anti-Zalem, na forma de um centauro robótico gigante. E essas são as que posso descrever sem contar a história; Kishiro sem duvida mostra criatividade nos seus ciborgues vagamente humanos, e seus personagens humanos são bastante variados, sem cair na sindrome de "apenas seis rostos" que assola tantos mangás.
Conforme a trama foi avançando, maior foi o foco nos sistemas que Zalem usa para controlar não apenas a cidade da sucata, mas toda a superfície. Além disso, a presença de um antagonista foi ficando mais clara, na forma do excentrico (e hiláriamente cruel) doutor Desty Nova. a história também passou a ir mais em direção ao segredo de Zalem e da cidade da sucata, do que da vida de Gally como caçadora de recompensas, trama abandonada no terceiro volume da edição japonesa. Isso se deve em parte a revista que publicou Gunnm no Japão, que publicava Seinen, voltados para jovens adultos, e não Shonen, para rapazes, obrigando Kishiro a dar uma trama mais complexa para Gunnm.
A edição brasileira de Gunnm, pela JBC, foi lançada em 2003, e teve 18 edições, ao invés das 9 das versões norte americana e japonesa; isso ocorreu porque os volumes de compilação japoneses foram divididos pela metade na hora de publicar Gunnm no Brasil, para garantir um preço menor. Não houveram cortes na história, só um aumento no número de volumes. A JBC ainda trabalha com encomendas de Gunnm, cobrando 4,95 por edição

Capitão América e Thor terão jogos em 2011

Postado por Pedro Henrique Leal

A marvel divulgou, junto com o seu mais recente relatório fiscal, o lançamento de jogos do Capitão América e do Thor, para acompanharem os filmes dos heróis, previstos para 2011. Além disso, foi anunciado mais um jogo Homem-Aranha, também para 2011.
Os jogos do Thor e do Capitão América, previstos para maio e julho de 2011, respectivamente, serão produzidos pela Sega, responsável pelos jogos dos filmes Homem de Ferro e Incrível Hulk, ambos infames pela baixa qualidade. Já o novo título do Homem-Aranha está sendo produzido pela Activision, que já produziu jogos anteriores do herói.
Não foram revelados maiores detalhes sobre os jogos.

A crise dos infinitos Deadpools?

Postado por Pedro Henrique Leal



Wade Wilson, mais conhecido como Deadpool já esteve envolvido em várias equipes estranhas, mas nada que chegasse perto do que está acontecendo na série "Deadpool: Merc With a Mouth", de Victor Gischler. As primeiras quatro edições lidam com Deadpool indo para a terra selvagem recuperar uma arma biológica para a I.M.A; chegando lá, ele descobre que a tal arma biológica era... a cabeça do Deadpool da dimensão da minissérie Marvel Zombies, apelidada de "Headpool".
Gischler comentou para a CBRnews o que esperar do futuro do personagem; entre outras coisas, Gischler planeja incluir mais versões do Deadpool, e planeja um evento chamado "Deadpool Corps", em uma clara menção ao título da DC, "Green Lantern Corps".
O Site Comic Book Resources apelidou essa história de "Crisis of Infinite Deadpools", em mais uma referência a eventos da DC comics.
                                      





Princesa Diana vira personagem de quadrinhos

Postado por Pedro Henrique Leal

Depois das inúmeras aparições de Barack Obama em HQs, de Homem-aranha a Super-Homem, a editora Bluewater Comics tomou a decisão de lançar uma sobre a falecida princesa Diana. A obra, intitulada Female Force: Princess Diana lida com o período do anuncio do noivado de Diana com o principe Charles até a sua morte na Ponte d'alma, em Paris e o funeral da ex-princesa de Gales.
O título mostra Diana como uma mulher admiravel, e Charles como a tendo "apunhalado pelas costas", por sua relação com Camilla Parker-Bowles. Além de Diana e Charles, outros personagens de destaque na HQ são Tony Blair e a Rainha Elizabeth II.
Embora Barack Obama tenha sido a celebridade que mais apareceu em quadrinhos, ele não foi o único, e agora Diana junta-se ao rol que incluí Ernesto "Che" Guevara, na obra do coreano Kim Yong Hwe,uma das multiplas biografias em quadrinhos do revolucionário latino-americano, e John F. Kennedy, que apareceu em dezenas de histórias da DC durante o seu mandato.
A revista será lançada por 3,99 dólares, nos EUA, sem previsão de lançamento no Brasil. Outras homenageadas pela linha "Female Force" de quadrinhos biográficos incluem J.K Rowling, Hillary Clinton, Michelle Obama e Stephanie Meyer.

Quadrinhos contra a corrupção.

Postado por Pedro Henrique Leal

O grupo Ctrl.Alt.Shift.. está lançando essa semana uma antologia de quadrinhos sobre combate a corrupção. O projeto é coeditado por Paul Gravett, fundador do Comica Festival. Para Gravett, os quadrinhos são uma importante ferramenta para deixar o povo indignado nessa era de informação excessiva.
A antologia contém histórias que vão desde a violência sistematizado por parte do governo na Colombia até a devastação dos recursos naturais no Congo, destaque para duas histórias baseadas em denuncias anônimas; uma sobre a corrupção nos programas de apoia às vítimas da Aids na china, e a outra, escrita por Pat Mills, roteirista de Judge Dredd, sobre o filho de um Aiatolá iraniano que se revolta contra o pai e tenta expor a corrupção em seu país.
O lançamento da antologia será acompanhada por um exposição na galeria Lazarides em Londres, centrada nas tentativas bem intencionadas, porém incomodas dos quadrinhos de liderem com temas sérios. Destaques incluem "Heróis contra a Fome", com Batman e Super Homem na etiópia durante a crise de falta de alimentos de 1986, e "I am curious (Black!)", uma história da Lois Lane onde a namorada do Super Homem passa um dia no corpo de uma mulher negra.
Vários dos grandes nomes da industria de quadrinhos estão presentes na antologia, que também incluí contribuições de músicos e outros artistas.
A diretora do Ctrl.Alt.Shift., Karin Owusu disse em entrevista para o The Guardian ter sido surpreendida pelo empenho e pela imaginação que os quadrinistas demonstraram na antologia. As pessoas estavam excessivamente acostumadas com a idéia de que corrupção era uma coisas de países em guerra e ditaduras, afirmou, mas o tema mexeu com os escritores e artistas, que produziram tanto material que a entitade não teve certeza se dava pra por tudo em um livro, afirmou.
A coletânea estará disponível pelo site da entidade, e custa 4,95 euros. Quanto à um lançamento nacional, esperemos

Quadrinhos são leiloados por um milhão; casa onde estavam, por 65 mil

Postado por Pedro Henrique Leal

O resultado do leilão de uma casa em Arnold, Montana, nos EUA, causou espanto: Enquanto a casa em si foi vendida por 65 mil dólares, a coleção de quadrinhos encontrada no porão da casa foi vendida por uma soma estimada em 1 milhão de dólares.
Roy Delic, um colecionador de quadrinhos do Canada, que pagou 101 mil dólares por uma edição número 1 de "X-Men", afirmou : "Algumas das maiores coleções dos ultimos 50 ou 60 anos foram encontradas por acaso". Delic foi informado da pilha de quadrinhos, de tamanho não declarado, por um primo que havia herdado a casa, e que decidiu leiloar tudo o que havia lá dentro.


Fonte: FOX/KTVI

Quadrinhos da Marvel disponíveis no iPhone

Postado por Pedro Henrique Leal

Fãs dos quadrinhos da Marvel e que possuem um iPhone ou um iPod Touch receberam uma ótima notícia nesta sexta feira, dia 30 de outubro. A editora disponibilizou para a compra edições clássicas de seus personagens para quatro softwares de leitura do iPhone de iPod Touch (iVerse, PanelFly, ScrollMotion e ComiXology). Com isso, o iPhone e o iPod se juntam ao PSP e ao serviço por assinatura Marvel Digital Comics Unlimited na distribuição dos quadrinhos da editora, dona de clássicos como o Incrível Hulk e o Homem-Aranha. O acervo digitalizado da Marvel conta atualmente com mais de 7000 edições, com mais revistas sendo adicionadas todas as semanas